Meu modo
de cuidar

Saiba mais sobre mim e conheça minha forma de trabalhar

Minha história com a psicologia passa, antes de tudo, por aprender a me ver de verdade. Durante muito tempo, não confiei em mim o suficiente e, por isso, a psicologia não foi meu primeiro caminho.

O afastamento de mim mesma e os conflitos internos, especialmente entre crenças religiosas e minha sexualidade, me adoeceram. Só quando comecei a escutar o que pedia expressão dentro de mim, minha vida começou a mudar.

Essa travessia marcou profundamente minha forma de estar na clínica. Hoje, acompanho pessoas que buscam se reconectar consigo, encontrar sentido na dor e seguir o próprio caminho.

Minha história com a psicologia passa, antes de tudo, por aprender a me ver de verdade. Durante muito tempo, não confiei em mim o suficiente e, por isso, a psicologia não foi meu primeiro caminho.

O afastamento de mim mesma e os conflitos internos, especialmente entre crenças religiosas e minha sexualidade, me adoeceram. Só quando comecei a escutar o que pedia expressão dentro de mim, minha vida começou a mudar.

Essa travessia marcou profundamente minha forma de estar na clínica. Hoje, acompanho pessoas que buscam se reconectar consigo, encontrar sentido na dor e seguir o próprio caminho.

O processo
da jornada
interior

Caminhos, pausas e escolhas que revelam quem você está se tornando

A abordagem
junguiana que
me guia

Quando os sintomas revelam histórias que pedem para ser ouvidas

Quando o sintoma é um chamado, não um erro

Na clínica, os sintomas não são apressados nem corrigidos. Eles são escutados como tentativas da psique de dizer algo que ainda não encontrou palavras.

O vínculo como campo vivo

A relação terapêutica é o chão do trabalho. Um espaço contínuo, suficientemente seguro, onde experiências antigas podem, pouco a pouco, encontrar outra resposta. Às vezes, isso acontece no silêncio. Às vezes, na repetição. Às vezes, no que não se consegue dizer.

Desenvolvimento psíquico em movimento

Observo como a relação entre ego e Self se organizou ao longo da vida e onde esse movimento pode ter sido interrompido. Não para classificar, mas para reconhecer onde a psique pede cuidado, tempo e retomada.

A linguagem simbólica da alma

Sonhos, imagens, narrativas e metáforas não são explicados de imediato. São acolhidos como vias de acesso a camadas que a razão, sozinha, não alcança, permitindo que o inconsciente participe ativamente do processo.

O Self como centro orientador

O trabalho não se reduz à diminuição do sintoma. Ele se orienta pela possibilidade de reconexão com um centro interno, capaz de oferecer sentido, direção e sustentação à vida.

Integração, não correção

Partes rejeitadas, esquecidas ou temidas não são forçadas a mudar. São aproximadas com cuidado, para que possam encontrar lugar, voz e relação, ampliando a liberdade de ser.

O tempo próprio da psique

Não há atalhos. Cada processo tem seu ritmo, seus avanços e recuos. Minha função é sustentar esse tempo, não apressá-lo, para que o que se transforma possa, de fato, se enraizar.

Dúvidas
frequentes

Respostas para as
dúvidas sobre minhas
abordagens e o
processo junguiano

Psique nas
entrelinhas

Leia no Blog meus artigos sobre autoconhecimento e psicologia junguiana

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“Aquele que olha para
    fora sonha; aquele
   que olha para
  dentro desperta.”
Carl Gustav Jung